sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

História de Garanhuns

Vicente José Dantas (Vicente Dantas) - No mundo social de Garanhuns e político, até o fim da década de 1930, havia os Dantas, sempre dando a sua colaboração para o progresso da cidade. Vicente José Dantas e Manoel Bento Dantas, irmãos, portugueses, desde o fim do século XIX, faziam parte da comunidade da Urbs do Clima Maravilhoso. O primeiro, fazendeiro, proprietário da Fazenda Brejo das Flores, onde  mantinha instalado uma olaria, marcenaria e serraria  a vapor, atuando no comércio, participando de diretorias da associações, inclusive, vice-presidente da 2 de Março (1924), casado com Maria Olímpia, com os seguintes filhos: Vicente Dantas Filho, integrante, em 1910, do Garanhuns Sport Club, no  cargo de tesoureiro, além de "sportmem" na diretoria do Tiro de Guerra Dantas Barreto (1911), tendo participado com os irmãos Paes de Barros (Caju), da fundação do primeiro Cinema - o Guarany, em 1912; em 1914, atuando no Centro Musical, tendo como "hobby" o jornalismo, funda em 1921 "O Imparcial" que se mantém até 1925, na função pública de Coletor Federal; Adjuto Melo Dantas, advogado, jornalista, ocupando o cargo de redator-chefe do matutino do mano, acima citado e sempre na qualidade de Orador das associações das quais participava, casado; Antônio Melo Dantas, secretário do Centro Musical (1914), Conselheiro do Sindicato Agrícola (1910) e Secretário, nesta entidade, em 1914, na função pública de Fiscal do Consumo, tendo atuado na política, no cargo de Conselheiro Municipal (1922), reeleito em 1924, casado e da prole o médico Luís Dantas, formado pela Faculdade de Medicina em 1940 (Recife); Francisco Melo Dantas na Diretoria da Caixa Rural (1913), Presidente do Riachuelo Futebol Club e "sportmem" (1914), gerente de "O Imparcial" (1921/1925), Secretário do Sport Club (1922) e participando de diversas outras associações, na função pública de Escrivão da Coletoria Estadual, casado com Marieta Torres e o filho Miguel de Melo Dantas, Oficial da Polícia Militar; Maria de Lourdes Dantas Costa e cônjuge Manoel Ferreira Costa e os descendentes - Talma, Carlos, Waldir e Nair; Juliana Dantas Mota e esposo Lourenço Mota; Maria dos Prazeres; Maria José Dantas Oliveira, casado com J. Oliveira; e Judite Dantas Lima, e consorte José Lima; Manoel Bento Dantas, o mano de Vicente Melo Dantas, em 1904, participou do quinto Governo Municipal no  cargo de subprefeito e, em 1919, eleito para o Legislativo Municipal, como Conselheiro, sendo reeleito, em 1922, e, por morte do Prefeito Luís Brasil, assume o cargo de vice-prefeito e tendo Euclides Dourado à frente do Executivo. Em 1925 e sufragado para subprefeito. Casado, com a prole seguinte: Torquato e Manoel Bento Dantas Filho. 

Fonte: Os Aldeões de Garanhuns / Alberto da Silva Rêgo / 1987.

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