quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Antigos comerciantes de Garanhuns

No setor de panificação - Adelmar Valença e Napoleão Almeida Pimentel (Rua Dom José), J. Marcelino Almeida (Barão do Rio Branco), Luís Schettini (Boa Vista), José de Souza (Severiano Peixoto); Alfredo Monteiro com uma bateria de silos destinados a armazenar feijão e milho; Ignácio Correia de Melo (Duque), Euclides Dourado, Antônio Tavares de Barros Lima, Manoel e Napoleão Leitão de Albuquerque, Antônio Alves do Nascimento, Leal e Filhos, Felipe Nery Guimarães na compra de cereais, algodão e mamona, sendo que último, também negociava com ferragens, etc; Abdias Branco, José Ferreira de Melo, no comércio de automóveis e peças; Ignácio Siqueira mandando a meninada 'olhar o passarinho' para fotografar com o mesmo slogan o Esperidião Falcão; Pedro e Raimundo Cavalcanti, Henrique Torres, na fabricação de bebidas; João Leite Piancó, com enchimento de aguardente; Francisco Faustino de Albuquerque, José Francisco de Araújo (Duda), Rafael e Sérvulo Vieira de Melo, atarefados nas suas mercearias; Dorgival Leite Piancó no setor de combustíveis e lubrificantes; Joaquim Dias Correia, Manoel Ouro Preto, Antônio Alves Vilela, Gabriel de Abreu Cavalcante, serrando madeiras e fabricando móveis; Pedro Gonçalves de  Medeiros (Doca), - especialidade de 'chá de burro', (mungunzá); Afonso Notaro, fabricante de queijos e manteiga; Raul Monte, com feijoadas 'à la carte', faturando 'niqueis'; Adalberto Azevedo vendendo 'balas' para a gurizada; Francisco Vasconcelos fundindo peças para máquinas agrícolas; Hotel Mota, o mais antigo da cidade, propriedade de José Mota da Silva Rosa. (Alberto da Silva Rêgo / Os Aldeões de Garanhuns /1987).

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