segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Viver pelo pensamento


Dr. José Francisco de Souza*

Pelo que pensamos poderemos viver outro mundo que existe em cada um de nós. Basta que haja identidade de pensamentos edificantes. Não depende de esforço, nem de preferências de um desejo. O entendimento é muito eficaz. Essa eficácia proporciona o alcance à profundidade das coisas. Isso se relaciona em algo altamente qualificado pela psicologia do silêncio.

Nesse estado de silêncio se vive em constante modificação com o ser humano. Isso pode não solucionar alguns problemas, contudo, ajuda a se constatar a sua origem. Quando se constata o motivo do problema a sua complicação desaparece. Na esfera desse esclarecimento os  fatos se determinam. Dentro de nós mesmos, de nosso universo moral, encontramos novas perspectivas que poderão se projetar nos domínios do exterior.

Quando o tempo começa a soprar o vento do medo, o apercebimento filosófico do homem e torna mais forte e intemerato em todos os ordenamentos de  suas conduta. Removidos esses obstáculos poderemos seguir o reto caminho da existência. Importante missão, a cumprir, todos nós temos, aqui na Terra. O certo e criterioso é que sua importância, não obstante definida, nunca é superior a nossa capacidade de realização. Não existe prova superior as forças destinadas às possibilidades do resgate.

Não poderemos ser menos espectadores desta grande empresa de alto porte com finalidade indeclinável à evolução na escala espiritual. Todos teremos de trilhar corretamente os caminhos iluminados pelo progresso do ser humano. As nossas atribuições são resultados de nossa capacidade em potencial. Assim não há um só indivíduo que não tenhas meios suficientes ao seu desenvolvimento intelectual. É no meio da sociedade que ele encontra o necessário para abastecer-se e criar o seu estado.

A experiência mostra que vivemos sempre pressionados por força dos problemas. Nesse sentido, o importante é não deixarmos ser dominados, por certa compressão de ordem moral. Essa coação age com muita habilidade, existem muitos elementos convocados especificamente para esses fins. As propagandas organizadas por técnicos em comunicação do pensamento, se propõem a dominar por meio de repetições renovadoras até, o indivíduo transformar-se num instrumento humano, ou melhor em inocente útil.

Esses agentes de manipulação de massa. Existir para eles é durar, é permanecer no tempo.

Entendemos que não é a importância do comando que deve contar como força respeitável, e sim, o respeito à liberdade que deve ter todo indivíduo de pensar, sentir e agir harmoniosamente. Buscar elementos de ordem psicológica no sentido de dominar a livre manifestação legal do seu pensamento, é mais um atentado contra a manifestação da sublime faculdade de ouvir de acordo com o seu entendimento em todos os setores de suas atividades.

O indivíduo que aluga a sua experiência funcional, no sentido de empanar o  brilho da inteligência de seus concidadãos, atenta criminosamente contra o desejo de se manifestar livremente, que é uma das modalidades de ser gente digna de viver. Só os que nunca foram tocados por qualquer espécie de sentimento nobre, é capaz de se tornar instrumentos levianos contra a liberdade pelo pensamento puro e consubstanciado em fatos.

*Advogado, jornalista e historiador / Garanhuns, 20 de setembro de 1986.

Créditos da foto: Anchieta Gueiros.

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