segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Floresta agonizante


Genivaldo Almeida Pessoa

Antes...

Terra de índios valentes

Que habitavam a mata virgem,

Que amparavam, animais, árvores e rios,

Guerreiros e, mais ninguém...


Tupã Deus indígena

Mandava-lhes forças do além...

Contra qualquer invasão

Às suas terras sagradas...


Os rios de águas límpidas

Corriam serenas pela floresta,

Sem quem tombasse

Uma só árvore ao chão...


Terra de tribos e lendas...

Amazonas era uma só festa

De animais e plantas nativas,

Templo do verde e da vida...

Que protegia com força e fé

Toda raça de animal tal como Arca de Noé...


Ninguém sentia que um dia,

O próprio homem com ambição

Destrói o seu mundo...

O Amazonas sem vida

E a terra sem seu pulmão,

A esperança esquecida, em cada árvore caída,

Que o machado lhe leva ao chão...


O homem sucumbe em sua última "quimera"...

As queimadas ardentes

Que destrói tudo na frente...

É fogo!

E o inferno que lhe espera...

Garanhuns | 2008.

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