domingo, 27 de março de 2022

História de Garanhuns


Excelente iniciativa do  governador  Caetano Pinto de Miranda Montenegro, em 1805, era a de procurar evidenciar, pelo menos aproximadamente, o número de fogos (habitações) e almas (habitantes) existentes na Capitania no ano anterior. Pelos dados colhidos, segundo publicação feita no Diário de Pernambuco, de 25 de junho de 1845, as cinco principais comunidades agrestino-sertanejas, em  1805, ofereciam este resultado:

1º lugar - Garanhuns - 1.873 fogos (habitações) e 6.183 almas (habitantes).

2º lugar - Bezerros - 1.357 fogos (habitações) e 3.682 almas (habitantes).

3º lugar - Brejo - 492 fogos (habitações) e 2.429 almas (habitantes).

4º Taquaritinga - 272 fogos (habitações) e 1.084 almas (habitantes).

5º lugar - Cimbres - 472 fogos (habitações) e 876 almas (habitantes).

Santo Antão, que apesar de ter sua sede na Zona da Mata, absorvia grande porção do território agrestino, naquele cômputo aparece com 1.325 fogos (habitações) e 6.045 almas (habitantes). (Fonte: Nelson Barbalho | Cronologia Pernambucana | Subsídios para a História do Agreste e do Sertão | 10º Volume | FIAM - Fundação de Desenvolvimento Municipal do Interior de Pernambuco | Recife | Ano 1983).

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