quinta-feira, 24 de março de 2022

História de Garanhuns

No Livro de Casamentos da Diocese de Garanhuns, do período 1828-1841, página 132, em data de 29 de maio de 1840, o assentamento nupcial de Joaquim de Oliveira Cintra e Leopoldina Carolinda de Vasconcelos, ambos portugueses de nascimento e chegados de menor idade à Província de Pernambuco, ele originário de Lisboa, Freguesia de Cintra, filho de Anastácio Coelho Cintra, já falecido e de Maria Teresa Cintra; ela, originária da Ilha de  São Miguel, nos Açores, filha de Manoel Inácio da Cunha, também falecido e de Ana Nareiza. O casamento realizou-se na então Capela do Bom Jesus Pai dos Pobres, do Termo de São Bento, e o celebrante do ato litúrgico foi o Padre José Rodrigues Valença, com a devida licença do Padre Nemézio de São João Gualberto, da Freguesia de Garanhuns.

Joaquim de Oliveira Cintra veio de Portugal nos idos de 1827, aos sete anos de idade, passando a residir no Recife, em casa de uma tia, onde cresceu e educou-se. Posteriormente transferiu-se para São Bento do Una.  Exerceu o comércio ambulante com o ramo de miudezas, o que fazia utilizando animais de carga, penetrando sertão adentro, palmilhando penosamente léguas. Daí surgiram os primeiros contatos com familiares da futura noiva, seus patrícios, localizados na cidade de Pedra. Conheceu então Leopoldina Carolina Cintra, em solteira Vasconcelos, com quem se casou.

Casou-se Joaquim de Oliveira Cintra em São Bento, a 29 de maio de  1840, aos 20 anos e faleceu no Recanto em 1904, aos 84 anos de idade. (Fonte: Os Cintra de São Bento (Esboço Genealógico) |Sebastião Soares Cintra | Recife | Ano 1983).

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