quinta-feira, 24 de março de 2022

Sozinho


Genivaldo Almeida Pessoa

Impregnado pelo destino dos infortúnios e de reveses,

o descompassado das passadas trôpegas do desespero

O homem amado enfrenta a lembrança do passado...


Sua amada abraçada ao corpo sedento muitas vezes,

Estancava o impulso da entrega, com medo do que acontece

agora...


No meu leito aconchegante, vezes tantas,


Cobertas agasalhavam carnes nossas...

E HOJE, não mais cantas,

A modinha antiga na manhã dos dias...


Ainda se lembras de mim...?

Garanhuns | Ano 2006.

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