segunda-feira, 11 de abril de 2022

Devaneios


Genivaldo Almeida Pessoa 

Enquanto ninguém te via; 

Avistaste-me;

A tua espreita...

Seguindo teus passos

Noite e dia...


Recriminaste com o olhar

Ser vigiada, ignorando com queixa,

De ser amada...


Com expressão de desdém,

Se fazendo de "feia"..."

Pelos recantos das ruas;

Ter "vigia" em tua vida...

Passo a passo, eu te seguia...


Até que um dia;

Num descuido de nós dois,

Numa esquina, e numa curva repentina,

Esbarramos um no outro...


O espanto...!

O fitar nos olhos. Assustados...

Corações acelerados...

Um encontro, sem palavras...

Como se algo de profano

Tivesse acontecido, e me visse...


Balbuciando desculpas,

Eu te disse: TE AMO...!


Esperei por outros dias,

No mesmo lugar; O fato ser repetido...

Amo a amo...,

Espero-te, Em alguma esquina

Da vida...

Garanhuns /PE - Ano 2008.

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