sexta-feira, 22 de abril de 2022

História de Garanhuns

6º Prefeito de Garanhuns - As forças políticas da oposição que se achavam dispersas e sem chefes, foram arregimentadas pelo Coronel Antonio de Moraes Campelo, que apresentou candidatos aos cargos efetivos para a eleição que se realizou em 10 de julho de 1907, cuja apuração foi a seguinte: para Prefeito - Comendador Manoel Clemente da Costa Santos, 527 votos e o Coronel Antonio de Moraes Campelo, 136 votos; para Subprefeito - Capitão Miguel Quirino dos Santos, 521 votos e o Capitão Luiz de Barros Correia Gordinho, 142 votos; para o Conselho Municipal - o Coronel Francisco Veloso da Silveira, Luiz de França Cordeiro e Cipriano Correia de Carvalho, 636 votos cada um; o Major João Francisco da Silva e Joaquim Bahia de  Melo, 634 votos cada; Belarmino de Paula Santos, 597 votos; João Correia de Assis, 585 votos; Francisco Vieira dos Santos, 535 votos; João Batista de Melo Viana e Félix Cantalice Vila Nova Melo, 530 votos cada um; Azarias Salgado de Oliveira Vasconcelos, 529 votos; Francisco Teles Furtado, 525 votos, Godofredo Viana Costa; 523 votos; Antonio Rosa Filho, 521 votos; Joaquim Antonio de Araújo, Sabino Ferreira de Azevedo, Vitorino Alves Monteiro, Joaquim Alves Barreto Coelho, João Frederico do Rego Vasconcelos, Agostinho Jorge da Costa e Manoel Inácio de Melo, 134 votos cada um; Elventino Paes da Silva, 44 votos; Elias da Silva Burgo, 29 votos; e mais cinco candidatos menos votados. Com os candidatos mais votados foi composto o sexto governo Municipal. A esse tempo a ala política dominante era chefiada somente pelo professor Manoel Jardim, por haver falecido o seu irmão, Dr. Luiz Afonso de Oliveira Jardim. A maneira como se conduziu o Prefeito eleito, muito prejudicou o partido da situação e muito concorreu para o seu posterior enfraquecimento. A não ser um processo administrativo a que respondeu, nenhum outro fato importante assinalou a passagem do Comendador no governo Municipal, tendo chegado ao ponto de renunciar o mandato, faltando ainda um ano para o seu término, obrigado pela conclusão do referido processo. Não menos foi o fracasso do seu substituto legal, Capitão Miguel Quirino dos santos, que terminou o período do governo. (Fonte: História de Garanhuns | Alfredo Leite Cavalcanti | Volume II | Garanhuns, Fevereiro de 1973).

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