segunda-feira, 25 de abril de 2022

Luiz Brasil

Firmo de Santana                                                                    

... E não me fez o tempo já passado

Esquecer-te, mestre, e a grande amizade.

Fiz te este canto com o olhar magoado,

Embebido de pranto e de saudade.


Evoco-te, teu dote sublimado

De artista me parece em realidade,

Pena à destra, douto, era o verbo ousado,

Ora em quebranto como a caridade.


"Mimo do Céu", inda me lembro: tanto

Carinho e amor; o perfume evolando

Das rosas d'alma em êxtase de encanto.


"Olhando o mar"... Sim; do Glauco profundo

O verso lhe vinha em ondas, rolando,

E soberbo, e gigante como o mundo.

Garanhuns, 04 de Junho de 1977.

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