domingo, 29 de maio de 2022

Celular é responsável por um acidente a cada três dias em rodovias

O rosto da irmã na maca do IML (Instituto Médico Legal) ainda está na memória do empresário Douglas Lopes Relva, 36, mesmo mais de quatros anos depois de ela ter morrido após ser atropelada na madrugada de 30 de setembro de 2017 na marginal Tietê, em São Paulo.

Vanessa Relva, na época com 27 anos, e outros dois amigos, Aline Sousa, 28, e o fisioterapeuta Raul Fernando Nantes, 49, que também morreram, estavam por volta das 5h em um recuo da marginal, provavelmente para a troca de um pneu furado, quando foram atingidos pelo carro da vendedora Talita Sayuri Tamashiro, na época com 32 anos.

A motorista afirmou aos policiais que registraram a ocorrência e a um socorrista do Samu que havia bebido em uma balada na zona oeste e que usava o celular no momento do acidente.

Na delegacia, Talita, que chegou a ser presa, negou que manipulava o celular, que era apenas usado como GPS, segundo ela.

Mortes provocadas por uso de celulares são uma realidade no trânsito brasileiro. Levantamento feito pela Polícia Rodoviária Federal mostra que no ano passado dez pessoas morreram em rodovias federais em acidentes que tiveram como causa principal a utilização destes aparelhos pelos condutores. Outras 117 pessoas ficaram feridas, 23 em estado grave.

Clique aqui e confira a matéria na íntegra.

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